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O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu reagir às táticas ilegais da extrema-direita e vai acionar a Justiça Eleitoral contra os aliados de Jair Bolsonaro por campanha antecipada. O alvo principal é o senador Flávio Bolsonaro, que vem sendo promovido de forma irregular no estado de Pernambuco. Segundo denúncias, o parlamentar está se beneficiando da circulação de outdoors e adesivos com seu nome, o que configura uma violação explícita da legislação eleitoral, que proíbe a promoção política escancarada fora do período oficial de campanha.
Entre os protagonistas desse esquema de propaganda criminosa está o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, conhecido por sua fidelidade cega ao bolsonarismo. Machado tem utilizado suas redes sociais para exibir e incentivar o uso de materiais em apoio ao "filho do ex-presidente", o que, para o PT, comprova a intenção deliberada de desequilibrar a disputa eleitoral futura. A legenda argumenta que essa exposição pública é uma tentativa de burlar as regras para ganhar vantagem indevida diante do eleitorado nordestino.

A movimentação jurídica do PT ocorre em um momento em que a oposição, desesperada com a popularidade do governo, tenta criar narrativas falsas para atacar Luiz Inácio Lula da Silva. Incomodados com a homenagem espontânea da Acadêmicos de Niterói ao presidente durante o Carnaval, os bolsonaristas tentam equiparar uma manifestação cultural legítima à sua propaganda institucional disfarçada. No entanto, o PT reforça que o Carnaval é um espaço de liberdade artística, enquanto o que Flávio e Gilson Machado fazem em Pernambuco é uma afronta às normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A postura de Flávio Bolsonaro, que chegou a ameaçar o presidente Lula com processos após o desfile na Sapucaí, é vista como uma cortina de fumaça para esconder suas próprias irregularidades. Ao tentar criminalizar a cultura popular, o clã Bolsonaro busca desviar o foco da investigação sobre o uso da máquina pública e da propaganda antecipada em redutos estratégicos. O PT sustenta que não há fundamento jurídico nas reclamações da direita, mas que há provas robustas contra o uso de outdoors e adesivos financiados para promover o senador.
O cerco judicial contra os aliados de Bolsonaro mostra que o partido do presidente Lula está vigilante contra qualquer tentativa de subverter o processo democrático. Enquanto o governo federal foca em políticas reais de desenvolvimento para o país, a oposição segue presa a métodos arcaicos de propaganda e ataques vazios. A representação que será protocolada nos próximos dias visa garantir que as regras eleitorais sejam respeitadas por todos, impedindo que o poder econômico do clã bolsonarista fale mais alto que a lei.
O desfecho dessa disputa na Justiça Eleitoral será fundamental para frear o avanço do marketing político ilegal promovido pelos derrotados nas urnas. O PT reafirma que a democracia exige igualdade de condições e que o uso de redes sociais por ex-ministros para distribuir propaganda eleitoral antecipada não ficará impune. O Brasil voltou a ter instituições que funcionam, e os herdeiros do bolsonarismo terão que aprender, pela via judicial, que a época da impunidade e do desrespeito às normas públicas acabou.
Com informações do DCM
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