O desfile épico da Acadêmicos de Niterói, que lavou a alma do Brasil ao exaltar a trajetória do presidente Lula, continua provocando surtos de desespero no clã bolsonarista. Incapaz de lidar com a liberdade artística e com a verdade histórica, o senador Flávio Bolsonaro anunciou que pretende acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar punir a escola. A reação do parlamentar, carregada de messianismo barato ao falar em "projeto de Deus", esconde o pânico de ver o pai, Jair Bolsonaro, retratado exatamente como o povo o enxerga: uma figura caricata e derrotada.
Nossa ação contra os crimes do pt na Sapucaí, com dinheiro público, será protocolada rapidamente no TSE!
Além dos ataques pessoais a Bolsonaro, eles atacaram o maior projeto de Deus na Terra: a FAMÍLIA!
A resposta ao chilique do senador veio de forma demolidora através do deputado Guilherme Boulos. Com a ironia afiada que o momento exige, Boulos sugeriu que Flávio ficasse tranquilo e parasse de chorar, disparando que, quando houver o desfile da "Acadêmicos da Milícia", ele e o pai finalmente receberão a homenagem que merecem. A invertida viralizou instantaneamente, lembrando ao país as conexões obscuras que cercam a família e o verdadeiro motivo de tanto incômodo com a justiça sendo feita na Sapucaí.
Veja a resposta de Boulos:
Flávio Bolsonaro disse que vai à Justiça contra a homenagem da Acadêmicos de Niterói ao Lula.
Fica tranquilo, @FlavioBolsonaro! Chora não. Quando houver desfile da Acadêmicos da Milícia vão homenagear você e seu pai.
Flávio Bolsonaro tentou emplacar a narrativa de que houve uso irregular de recursos públicos e "ataques à família", uma tática velha para tentar esconder o vexame de ver o ex-presidente representado na avenida como um palhaço de faixa presidencial. O que realmente dói no senador não é o orçamento do Carnaval, mas a eficácia da Acadêmicos de Niterói em mostrar ao mundo a decadência de um governante que terminou sua jornada política zombando de vítimas da pandemia e agora é imortalizado no samba pela sua própria insignificância.
O desfile não poupou detalhes sobre o fim melancólico do bolsonarismo, incluindo alegorias que mostravam o personagem "Bozo" encenando uma prisão com uma tornozeleira eletrônica danificada. Essas imagens, que circularam o globo, são o pesadelo de Flávio, que tenta usar a máquina do TSE como um escudo para proteger o ego ferido da prole. É a tentativa clássica da extrema-direita de judicializar a cultura quando não consegue mais convencer o povo através do voto ou da simpatia popular.
Enquanto o clã se enrola em ameaças jurídicas vazias, a Acadêmicos de Niterói se consagra como a voz da resistência que não teme o autoritarismo. A tentativa de Flávio de classificar a celebração da trajetória de Lula como "crime" é apenas mais uma prova do desprezo que essa família nutre pela democracia e pelas manifestações populares. O Carnaval de 2026 deixou claro: o "mal" que eles alegam combater é, na verdade, a alegria e a memória de um povo que decidiu não mais se calar diante da opressão.
O embate entre Boulos e o senador resume o atual momento do Brasil: de um lado, a esperança e o humor de quem venceu o fascismo; do outro, o ressentimento e o autoritarismo de quem não aceita o lugar que a história reservou para eles. Flávio Bolsonaro pode protocolar as ações que quiser, mas o desfile da Niterói já entrou para a história como o momento em que a Sapucaí confirmou que o tempo de impunidade e de deboche com a vida dos brasileiros chegou ao fim.
Com informações do DCM
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