194 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O agronegócio brasileiro vive um momento de glória internacional, provocando um verdadeiro estado de choque entre os produtores rurais dos Estados Unidos. Segundo o levantamento Ag Economy Barometer, realizado pela Purdue University, quase 80% dos agricultores estadunidenses de soja e milho estão profundamente preocupados com a nossa competitividade. O humor no campo norte-americano desmoronou neste início de 2026, refletindo o pânico de quem vê o Brasil consolidar-se como a maior potência agrícola do planeta sob a liderança do presidente Lula.
Os números da pesquisa são humilhantes para a concorrência: 44% dos produtores dos EUA declararam estar "muito preocupados" com o avanço brasileiro, enquanto 36% admitem estar apreensivos. O cenário de terra arrasada para o agricultor ianque é fruto direto da competência nacional, que vem ampliando de forma consistente sua participação nas exportações globais, expulsando os americanos de mercados estratégicos que eles antes dominavam com arrogância.
A situação é ainda mais dramática quando olhamos para a China. Se na primeira gestão de Donald Trump o Brasil já havia superado os EUA devido às trapalhadas comerciais do republicano, hoje a vantagem é absoluta. Em 2025, o Brasil chegou a abocanhar mais de 85% de todas as importações chinesas de soja em determinados períodos. Esse isolamento dos produtores americanos é o resultado de uma política externa brasileira soberana e inteligente, que prioriza parcerias sólidas em vez de conflitos ideológicos inúteis.
O pessimismo nos Estados Unidos atingiu o menor nível desde 2024, com o indicador geral do Ag Economy Barometer despencando para 113 pontos. Enquanto o Brasil celebra safras recordes e expansão, metade dos produtores americanos afirma que sua situação financeira piorou drasticamente no último ano. A crise é tão aguda que os investimentos em máquinas e tecnologia pararam, e muitos agricultores estão mergulhados em dívidas, precisando de empréstimos apenas para rolar pendências anteriores.
É irônico notar que o setor que mais apoiou o bolsonarismo no Brasil e o trumpismo nos EUA agora colhe os frutos da instabilidade que esses líderes provocaram. Sob o governo Lula, o agronegócio brasileiro encontrou o equilíbrio necessário para produzir com sustentabilidade e vender para o mundo todo, enquanto o agricultor norte-americano projeta quedas contínuas nas exportações para os próximos cinco anos. O Brasil não apenas compete; o Brasil lidera com uma eficiência que o mundo desenvolvido não consegue mais acompanhar.
Até o valor das terras nos Estados Unidos começou a sentir o peso dessa derrota comercial. Enquanto o Brasil investe em infraestrutura e logística para escoar sua produção recorde, os americanos assistem ao encolhimento de seu prestígio agrícola. O sucesso da soja brasileira é a prova de que, com investimento correto e uma diplomacia voltada para o desenvolvimento, o nosso país é capaz de desbancar qualquer potência e garantir o pão na mesa do brasileiro e o lucro no campo.
Com informações do DCM
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