Folha tenta vitimizar servidores que ganham até R$ 51 mil e burlaram o Fisco

Portal Plantão Brasil
19/2/2026 11:55

Folha tenta vitimizar servidores que ganham até R$ 51 mil e burlaram o Fisco

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A Folha de S.Paulo cruzou novamente a linha do aceitável ao tentar transformar em vítimas os quatro servidores da Receita Federal investigados pela Polícia Federal por espionagem contra ministros do Supremo Tribunal Federal. Em vez de focar na gravidade dos acessos ilícitos e múltiplos aos sistemas sigilosos do Fisco, o jornal optou por uma narrativa de "retrato doméstico", buscando humanizar figuras que participaram de uma engrenagem sórdida de vazamentos para atacar as instituições democráticas.

Com um tom que beira o deboche contra o Estado de Direito, a matéria da Folha descreve Ruth Machado dos Santos, uma das investigadas, como parte de uma "família religiosa e discreta", utilizando depoimentos de vizinhos para suavizar o peso de crimes gravíssimos. É o método lavajatista de blindagem em ação: quando o alvo é aliado da extrema-direita ou serve aos interesses do golpismo, a imprensa corporativa corre para dizer que são "pessoas de família", ignorando que esses mesmos indivíduos usaram cargos públicos para violar a intimidade de magistrados e seus parentes.

Os números revelam o privilégio dessa casta que agora se faz de vítima: o auditor Ricardo Mansano de Moraes, por exemplo, chegou a receber R$ 51,6 mil em um único mês. Mesmo com salários nabantes pagos pelo povo brasileiro, esses servidores são suspeitos de atuar nas sombras para municiar o submundo da desinformação. Ao destacar que os investigados postam "mensagens motivacionais" ou vivem em "home office", a Folha desloca o foco da corrupção e da invasão de dispositivos para uma suposta normalidade cotidiana, protegendo quem deveria estar sob o mais rigoroso escrutínio.

Essa tentativa de vitimização é uma afronta às 700 mil famílias que perderam entes na pandemia e ao povo que resistiu ao golpismo bolsonarista. O Serpro já confirmou que seus sistemas são rastreáveis e a PF segue o rastro das ilegalidades cometidas por Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery e os demais alvos. Não há "discreção" que esconda o crime de quem usa a máquina pública para tentar desestabilizar a Suprema Corte do país sob ordens que a investigação ainda deve revelar por completo.

A postura da Folha reforça a suspeita de que setores da mídia tradicional estão em pânico com o avanço das investigações, que podem chegar aos mandantes e financiadores desses vazamentos seletivos. Humanizar quem opera o gabinete do ódio dentro de órgãos de Estado é uma estratégia desesperada para evitar que a opinião pública exija a punição máxima para esses "servidores" que traíram a nação. A democracia não admite esse tipo de passação de pano editorial.

Enquanto a Polícia Federal trabalha para limpar as instituições das toxinas deixadas pelo governo anterior, a imprensa que flertou com o fascismo tenta garantir a sobrevivência de seus informantes. Mas o Brasil mudou: não aceitaremos que o rótulo de "religioso" ou "discreto" sirva de escudo para quem comete crimes contra a soberania nacional. A justiça será feita, e a tentativa da Folha de vitimizar arapongas ficará registrada como mais uma página vergonhosa do jornalismo corporativo.

Com informações do DCM

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