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Uma nova teoria conspiratória contra o vice-presidente, general Hamilton Mourão, passou a integrar as elucubrações de Carlos Bolsonaro, o filho pitbull do presidente Jair Bolsonaro:
Mourão estaria negociando cargos em seu futuro governo com deputados para montar uma base própria no Congresso contra Jair Bolsonaro.
Seria, segundo esta teoria, a mesma articuluação do vice-presidente Michel Temer (MDB) para obter o apoio do Congresso ao impeachment da então mandatária do Planalto, Dilma Russeff.
Por esta teoria, o grande articulador do movimento agora é o ex-deputado Levy Fidelix, presidente nacional do PRTB, o partido do general.
Carlos Bolsonaro postou nas suas redes sociais mais um petardo contra o desafeto do Palácio Jaburu. Ele retuitou um vídeo do Vista Pátria com o seguinte comentário: "Curiosa opinião dos organizadores do canal do youtube ’Vista Pátria’ sobre ocorrido hoje. Assista sua colocação:"
No vídeo, o apresentador do canal, Allan Frutuozo, afirma que o "PRTB, partido de Levy Fidelix e Mourão, monta uma base de apoio na câmara dos deputados, criando um racha na base governista".
Ele diz que Mourão já tem o apoio dos militares e da Maçonaria e pergunta "o que Levy Fidelix está negociando". Lembra que "o último vice-presidente que procurou negociar apoio no Congresso foi o Michel Temer. Ele fez isso às vésperas do impeachment de Dilma (…) em troca de cargos e foi o que aconteceu depois".
Segundo o canal retutitado por Carlos Bolsonaro, é contra essa articulação que o filho do presidente da República tem agido.
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