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A Rainha Rania da Jordânia fez um apelo contundente por um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, enfatizando a importância de proteger as vidas palestinas sem recorrer a acusações de antissemitismo ou apoio ao terrorismo.
Em uma entrevista à CNN, Rania expressou sua posição clara sobre a questão palestina, afirmando que ser pró-Palestina não equivale a ser antissemita ou apoiar o Hamas ou o terrorismo. "Ser pró-Palestina é apoiar a humanidade e a dignidade de um povo que tem lutado por seus direitos", disse ela.
A rainha condenou todas as formas de ódio, incluindo antissemitismo e islamofobia, e fez uma distinção importante entre o Estado de Israel e o povo judeu globalmente, reiterando que as ações do Estado são de sua própria responsabilidade.
O conflito recente intensificou-se após Israel impor um bloqueio à Faixa de Gaza em resposta aos ataques do Hamas em 7 de outubro. As Forças de Defesa de Israel relataram que o Hamas, que é reconhecido por muitos países, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, como uma organização terrorista, foi responsável pela morte de mais de 1.400 pessoas, a maioria civis, e pela tomada de aproximadamente 240 reféns.
Por outro lado, o Ministério da Saúde palestino em Ramallah, citando fontes do enclave controlado pelo Hamas, reportou que mais de 9.700 pessoas foram mortas em ataques israelenses até o domingo (5).
A Rainha Rania conclamou a comunidade internacional a reconhecer a complexidade do conflito e a importância de abordar suas raízes com justiça e equidade, para alcançar uma paz duradoura que respeite os direitos e a dignidade de todos os envolvidos.
Com informações do DCM
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