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Em uma manobra preocupante que levanta questões sobre a democracia na Ucrânia, o presidente Volodymyr Zelensky declarou que não é o momento para eleições no país. Essa decisão vem após a dissolução de partidos de oposição, um ato que já havia suscitado críticas por parte de defensores dos processos democráticos. Zelensky, que assumiu uma postura de unidade nacional, parece agora estar se inclinando para a centralização do poder em meio ao conflito contínuo.
As eleições presidenciais, que deveriam ocorrer em março de 2024, estão suspensas sob a lei marcial, que está em vigor desde o início da guerra em fevereiro de 2022. A suspensão do pleito, anunciada em um dos discursos diários de Zelensky, ressoa com ações anteriores que já haviam restringido a pluralidade política no país.
O contexto dessa declaração é ainda mais complexo considerando que Oleksiy Arestovych, ex-conselheiro presidencial que expressou intenções de disputar a presidência, pediu que as eleições não fossem adiadas. Em setembro, Zelensky afirmou estar pronto para realizar eleições e permitir a supervisão de observadores internacionais. No entanto, a recente postura do presidente sugere uma possível tentativa de se manter no poder, evitando a realização de eleições em um momento em que sua liderança enfrenta escrutínio.
*Com informações do Poder360.
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