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A recente divulgação de uma lista de associados do notório financista pedófilo Jeffrey Epstein trouxe à tona suspeitas de que ele poderia ter sido um agente do Mossad, a agência de inteligência israelense. Entre os nomes revelados está o do ex-primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, cuja relação com Epstein já era conhecida, mas agora ganha novos contornos com a divulgação dos documentos.
Barak, que teve uma longa carreira nas Forças de Defesa de Israel e serviu como primeiro-ministro, foi mencionado nos arquivos recém-divulgados. Embora a menção seja breve, sua presença frequente na residência de Epstein em Manhattan e encontros documentados com o financista reforçam as suspeitas de ligações profundas.
Ex-espiões israelenses sugerem que a rede de tráfico sexual internacional de Epstein era uma operação de chantagem, visando obter informações comprometedoras de figuras políticas e empresariais influentes. O príncipe Andrew, também presente na lista, é descrito como um ’idiota útil’ no esquema de Epstein, valorizado por suas conexões poderosas.
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, é outra figura central nesta trama. Filha de Robert Maxwell, um magnata da mídia britânica acusado de ser agente do Mossad, Ghislaine teria desempenhado um papel crucial na suposta operação de chantagem. As mortes misteriosas de Epstein e Robert Maxwell, ambas cercadas de teorias de conspiração, adicionam mais mistério ao caso.
A investigação sobre Epstein revelou encontros dele com William J Burns, atual chefe da CIA, e alegações de que ele possuía informações comprometedoras sobre Hillary Clinton e Donald Trump nas eleições de 2016. A fortuna de Epstein, estimada em cerca de US$ 636 milhões, e a origem obscura de sua riqueza, continuam a alimentar especulações sobre suas conexões com agências de inteligência.
Com informações do DCM
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