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O deputado federal Carlos Alberto da Cunha, conhecido como Delegado da Cunha do PP-SP, encontra-se novamente em águas judiciais turbulentas. Após ser réu por um caso de agressão contra sua ex-esposa em 2023, Da Cunha agora enfrenta acusações de abuso de autoridade e constrangimento ilegal relacionadas a uma operação policial em julho de 2020, na zona leste de São Paulo. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) conduz a investigação, centrada na atuação de Da Cunha durante essa operação.
Conforme as investigações, Da Cunha teria abusado de sua posição como delegado, exercendo pressão indevida tanto sobre a vítima de um sequestro quanto sobre o criminoso responsável pelo cativeiro. A polêmica envolve a alegação de que o deputado teria encenado o flagrante de liberação da vítima do sequestro e captura do sequestrador, apesar de ambos os eventos já terem sido efetuados pela Polícia Civil. Este ato foi realizado para que Da Cunha pudesse filmar e divulgar nas redes sociais e à imprensa a operação como se fosse ele quem tivesse solucionado o caso, atribuindo a prisão a um suposto líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).
O MP-SP apura esses atos, considerados uma manipulação dos fatos para benefício de imagem pessoal, que foram posteriormente justificados pelo deputado como uma "reprodução simulada" para "registrar a cana". Esse novo processo joga luz sobre as práticas controversas de Da Cunha, desafiando sua conduta enquanto autoridade policial e parlamentar.
Com informações do Metrópoles
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