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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou que o ex-ministro Wagner Rosário seja ouvido como testemunha nas investigações sobre fraude nos cartões de vacina. O pedido ocorreu após a Polícia Federal concluir as investigações, indiciando Bolsonaro por associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação.
O caso está sob análise da Procuradoria-Geral da República (PGR), que busca mais informações sobre se Bolsonaro usou um comprovante de vacinação falso para entrar nos Estados Unidos. Até o momento, o governo dos EUA informou à PF que não há registros de uso do cartão. A PGR agora decide se há elementos suficientes para apresentar uma denúncia.
A defesa de Bolsonaro argumenta que, durante seu depoimento em maio do ano passado, ele mencionou autoridades que poderiam ser ouvidas, mas isso não ocorreu. Os advogados pedem o depoimento de Wagner Rosário, que comandava a Controladoria-Geral da União (CGU) durante o governo Bolsonaro e atualmente lidera a Controladoria-Geral de São Paulo. A defesa alega que a investigação sobre dados falsos no cartão de vacinação começou na CGU.
Os advogados afirmam que "a testemunha indicada é fundamental tanto para corroborar as declarações do requerente quanto para preencher importantes eventuais lacunas já evidenciadas na investigação". Outra autoridade que pode ser ouvida é o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, embora o pedido não tenha sido formalizado.
Com informações do jornal O Globo
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