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Se o bolsonarismo ainda buscava manter aliados para tentar dificultar a chegada do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto, os atos terroristas promovidos por simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro (PL) em Brasília, nesta segunda-feira (12), produzem impactos imediatos no mundo político e dificultam ainda mais essa ação.
No meio político, o episódio protagonizado por apoiadores do ex-capitão já começou a afastar políticos moderados que ainda dialogavam com Bolsonaro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por exemplo, usou as redes sociais para repudiar o episódio. Ele também destacou que as manifestações violentas “só servem para acirrar o cenário de intolerância”.
“Absurdos os atos de vandalismo registrados nesta noite, em Brasília, feitos por uma minoria raivosa. A depredação de bens públicos e privados, assim como o bloqueio de vias, só servem para acirrar o cenário de intolerância que impregnou parte da campanha eleitoral que se encerrou”, disse.
“As forças públicas de segurança devem agir para reprimir a violência injustificada com intuito de restabelecer a ordem e a tranquilidade de que todos nós precisamos para levar o país adiante”.
Veja:
Absurdos os atos de vandalismo registrados nesta noite, em Brasília, feitos por uma minoria raivosa. A depredação de bens públicos e privados, assim como o bloqueio de vias, só servem para acirrar o cenário de intolerância que impregnou parte da campanha eleitoral que se encerrou
— Rodrigo Pacheco (@rodrigopacheco) December 13, 2022