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Um relatório explosivo divulgado por democratas da Câmara dos Deputados dos EUA acusa o ex-presidente Donald Trump de ter recebido pelo menos US$ 7,8 milhões de vários governos estrangeiros durante seu mandato. A China lidera a lista com contribuições de cerca de US$ 5,6 milhões, seguida por suspeitas de pagamentos do Brasil, Rússia, Coreia do Sul e África do Sul. O relatório, intitulado "Casa Branca à Venda", aponta que esses pagamentos foram feitos a negócios de Trump, como seus hotéis em Washington, Nova York e Las Vegas.
A investigação, iniciada em 2016 pelo Comitê de Supervisão da Câmara, foi dificultada pela resistência de Trump em fornecer documentos. O deputado Jamie Raskin, responsável pelo relatório, criticou Trump por ver a presidência como uma oportunidade para enriquecimento pessoal, com a ajuda de governos corruptos. A investigação foi limitada pela troca de comando do Comitê para os republicanos, que liberaram a empresa de contabilidade Mazars de entregar todo o material.
Além da China, outros governos como Arábia Saudita, Qatar, Kuwait e Índia também fizeram pagamentos aos negócios de Trump, violando a proibição constitucional de presidentes receberem dinheiro de outros países. A divulgação do relatório ocorre em meio aos esforços dos republicanos para avançar com um processo de impeachment contra o presidente Joe Biden, relacionado aos negócios de seu filho Hunter com empresas estrangeiras.
Até o momento, não foram encontradas provas do envolvimento de Biden com as empresas de seu filho. Com Trump e Biden se preparando para uma possível disputa pela Casa Branca, o cenário político nos EUA se torna cada vez mais complexo, envolvendo processos criminais contra Trump e decisões sobre sua participação nas primárias republicanas.
Com informações do DCM
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