641 visitas - Fonte: PlantãoBrasil/X
O Exército Brasileiro, em uma ação de rigor e transparência, estendeu o Inquérito Policial Militar até 17 de janeiro, para investigar o furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de Barueri, São Paulo. O crime, descoberto em outubro passado, levou à prisão disciplinar de 38 militares envolvidos.
A prorrogação do IPM, autorizada pela Justiça Militar da União, visa aprofundar a investigação devido à complexidade do caso. A extensão é vista como um passo crucial para compreender completamente o ocorrido e reforçar a segurança das instalações militares.
O caso, que inicialmente envolvia seis militares e dois civis sob suspeita de participação no furto, destacou a necessidade de medidas de segurança mais estritas. O desaparecimento das armas, incluindo modelos antiaéreos, foi detectado em 10 de outubro, embora o furto tenha ocorrido entre 6 e 8 de setembro.
O próprio Exército conduz o inquérito policial militar, demonstrando o compromisso da instituição com a disciplina e a integridade. O incidente levou ao aquartelamento de 160 militares no Arsenal de Barueri para auxiliar nas investigações, que resultaram na recuperação de 19 das 21 metralhadoras roubadas.
Este incidente é um exemplo da vigilância constante necessária nas forças armadas e da seriedade com que o Exército Brasileiro trata infrações dentro de suas fileiras. A recuperação da maior parte das armas roubadas, com dez encontradas no Rio de Janeiro e nove em São Paulo, é um testemunho dos esforços contínuos do Exército para garantir a segurança nacional.
Com informações do jornal O Globo
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.