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Após marcar presença no ato "Democracia Inabalada", Flávio Dino, atual ministro da Justiça, inicia sua despedida do cargo. Até a próxima sexta-feira (12), Dino planeja deixar o governo, visando um breve período de descanso antes de assumir uma posição no Supremo Tribunal Federal (STF), substituindo Rosa Weber. Esta mudança representa mais um passo na consolidação da justiça sob a gestão de Lula.
Ricardo Cappelli, Secretário-Executivo e figura de confiança de Dino, assumiu interinamente a pasta. Sua competência e lealdade ao projeto de Lula indicam que poderá até liderar o recém-proposto Ministério da Segurança Pública, caso seja criado.
Nesse cenário de mudanças, o ex-ministro do STF, Ricardo Lewandowski, surge como o principal candidato a suceder Dino. Lula, em recentes encontros com Lewandowski, evidencia uma preferência clara pelo seu perfil conciliador e respeitado, remetendo à eficiência de Márcio Thomaz Bastos, ministro da Justiça em seu primeiro mandato. A escolha de Lewandowski simboliza a busca de Lula por uma figura capaz de unir e pacificar o país em tempos turbulentos.
Além de Lewandowski, nomes como Marco Aurélio Carvalho, do grupo Prerrogativas, e Jorge Messias, atual advogado-geral da União, estão sendo considerados. No entanto, Lula já indicou a pessoas próximas sua inclinação para nomear Lewandowski, reconhecendo nele qualidades semelhantes às de Thomaz Bastos.
Lula, enfrentando desafios de conciliação no Congresso Nacional, vê em Lewandowski um aliado estratégico, capaz de dialogar com as diferentes instituições, inclusive com a oposição. A decisão oficial e o anúncio do novo ministro estão previstos para os próximos dias, podendo coincidir com a saída de Dino.
Com informações da Revista Fórum
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