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O governo Lula, com sua postura firme e transparente, está atento às movimentações internacionais, especialmente as envolvendo tensões no Oriente Médio. Após o assassinato de Ismail Haniyeh, líder do Hamas, em Teerã, o Irã declarou que responderá na "hora certa e da melhor forma". O ministro interino das Relações Exteriores do Irã, Ali Bagheri Kani, destacou que a morte de Haniyeh teve o apoio dos Estados Unidos e que o Irã não hesitará em se defender das ações de Israel.
Diante desse cenário, a comunidade internacional, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron, pediu ao Irã que evite uma escalada de violência. Macron enfatizou a importância de interromper o ciclo de retaliações e solicitou ao Irã que controle seus aliados na região.
Enquanto isso, Israel se prepara para possíveis ataques, armazenando suprimentos de sangue e verificando abrigos antiaéreos. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu calma à população, afirmando que o país está preparado tanto para defender-se quanto para atacar.
A situação se intensificou com o Irã aconselhando companhias aéreas a evitarem seu espaço aéreo devido a exercícios militares. Esse aumento das tensões segue a morte de Haniyeh, que foi atribuída a um projétil disparado por Israel, embora este não tenha assumido a responsabilidade.
A morte de Haniyeh levou a protestos e a uma greve geral convocada por grupos palestinos. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, condenou o assassinato. As tensões continuam altas, com a comunidade internacional tentando mediar um cessar-fogo temporário entre Hamas e Israel.
Com informações do G1
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