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A Polícia Civil de Goiás, em conjunto com a do Ceará, prendeu um homem de 33 anos em Rio Quente, Goiás, suspeito de hackear o sistema do governo cearense e desviar aproximadamente R$ 200 mil da folha de pagamento dos servidores públicos. O suspeito, especialista em tecnologia da informação, já trabalhou como analista no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo as investigações, o hacker alterou dados bancários dos servidores para que os pagamentos fossem desviados para contas de "laranjas". A polícia do Ceará vinha monitorando o suspeito, que foi localizado em Rio Quente, onde estava em viagem com a namorada e o pai. A prisão ocorreu após a polícia vigiar o hotel onde ele estava hospedado.
O delegado Guilherme Araújo Gonçalves Prudente, de Goiás, ajudou na operação de prisão. O homem foi detido após o check-out no hotel, facilitado por postagens da namorada nas redes sociais. Ele foi levado para o presídio de Caldas Novas após interrogatório e não resistiu à prisão. O mandado de prisão havia sido expedido em 1º de agosto.
Durante a prisão, a polícia apreendeu um notebook, um roteador de internet, dois celulares, dinheiro em espécie e uma BMW 320i M Sport, avaliada em mais de R$ 300 mil. Esses itens indicam o luxo em que vivia, financiado pelos crimes cometidos. O nome do suspeito não foi divulgado pela polícia.
O homem morava em Brasília antes de se mudar para João Pessoa, onde ocorreu a invasão ao sistema cearense. As autoridades seguem investigando para identificar outros envolvidos e garantir a devolução dos valores desviados. O caso levanta preocupações sobre a segurança cibernética nos sistemas governamentais.
Com informações do portal Metrópoles
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