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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está considerando enviar de uma só vez as suas próximas quatro indicações para a diretoria colegiada do Banco Central, incluindo Gabriel Galípolo para a presidência da autarquia. Essa estratégia, conforme fontes ouvidas pela Reuters, pode ser implementada nas próximas semanas. Caso aprovadas pelo Senado, essas indicações garantiriam a Lula uma maioria de sete membros no Comitê de Política Monetária (Copom), que possui nove membros com mandatos fixos.
Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária do Banco Central, está bem posicionado para substituir o atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, que foi indicado por Jair Bolsonaro e cujo mandato termina no final deste ano. Entre os possíveis substitutos para Galípolo, destaca-se o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato, embora outros nomes também estejam sendo considerados.
Para a diretoria de Regulação, que é ocupada desde 2015 por Otávio Damaso, Gilneu Vivan, chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, surge como um forte candidato. Já para a diretoria de Relacionamento, ocupada atualmente por Carolina Barros, a principal candidata é Juliana Mozachi, que atualmente chefia o Departamento de Supervisão de Conduta.
A estratégia de Lula de enviar todas as indicações simultaneamente visa agilizar o processo de sabatina e votação no Senado, facilitando as negociações e evitando possíveis contratempos. A possibilidade de que as sabatinas ocorram em setembro, antes das eleições municipais, está sendo discutida em reuniões entre Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Com informações o Brasil 247
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