Assessor de Trump insulta Lula nas redes sociais e escancara baixaria diplomática de Trump

Portal Plantão Brasil
5/1/2026 10:57

Assessor de Trump insulta Lula nas redes sociais e escancara baixaria diplomática de Trump

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A diplomacia do ódio, característica da extrema-direita global, atingiu um novo patamar de baixaria com o ataque direto de Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após Lula condenar com firmeza a invasão militar dos Estados Unidos à Venezuela, Miller usou as redes sociais para insultar o mandatário brasileiro com palavrões, escrevendo "Vai se foder, Lula" e afirmando que agora o mundo saberia a posição do Brasil. Esse comportamento chulo e antidiplomático reflete a postura daqueles que, assim como o bolsonarismo no Brasil, substituem o diálogo e o respeito pela agressividade gratuita e pela submissão aos interesses imperiais.

O ataque do aliado de Trump ocorreu logo após Lula classificar a ofensiva militar americana como uma "linha inaceitável" e uma "afronta gravíssima" à soberania venezuelana. Para o presidente brasileiro, o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em meio a bombardeios em território estrangeiro, cria um precedente perigoso que mergulha a comunidade internacional na instabilidade. Lula reforçou que o Brasil não aceita a "lei do mais forte" e que a tradição diplomática brasileira sempre será a favor do multilateralismo e contra o uso da força bruta para resolver conflitos políticos.

Veja:



Com a autoridade de quem resgatou o protagonismo do Brasil no mundo, Lula denunciou que a ação militar orquestrada por Trump ressuscita os piores momentos de interferência externa na América Latina. Ele destacou que atacar países violando o direito internacional é o primeiro passo para um cenário global de caos e violência, lembrando que a nossa região deve ser preservada como uma zona de paz. Essa postura altiva de Lula incomoda profundamente os setores que defendem o intervencionismo e a destruição da autodeterminação dos povos para saquear riquezas e recursos estratégicos.

Enquanto os ataques verbais vinham de Washington, a crueldade da operação militar era exposta por Donald Trump em tom de deboche. O presidente estadunidense confirmou que Maduro e Cilia foram capturados e transferidos de navio para Nova York, onde o líder venezuelano deve ser julgado por acusações de narcoterrorismo. A ação, iniciada no último sábado (3) com bombardeios em diversas regiões da Venezuela, ignora qualquer protocolo de direitos humanos ou soberania nacional, servindo como demonstração de força do governo republicano.

Para completar o cenário de humilhação pública, Trump divulgou uma imagem de Maduro algemado, vendado e com abafadores de ouvido a bordo do navio USS Iwo Jima. A fotografia, utilizada como troféu de guerra pelo governo americano, confirma o caráter de sequestro político da operação. Essa exposição de um líder estrangeiro como troféu é típica de regimes que desprezam as leis internacionais, reforçando exatamente o que Lula denunciou: a substituição do direito pelo arbítrio e pela violência de Estado.

O embate entre a civilidade de Lula e a barbárie dos aliados de Trump define os rumos da política externa atual. De um lado, o Brasil lidera uma frente pela paz e pelo respeito à soberania; do outro, a gestão Trump e seus conselheiros utilizam o insulto e a agressão militar para impor sua vontade. O Brasil segue firme na condenação ao uso da força, reafirmando que a lei internacional deve prevalecer sobre impulsos autoritários que ameaçam a estabilidade de todo o continente.



Com informações do DCM

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