O Papa Francisco, argentino e candidato natural a fonte de rixa entre brasileiros e "los hermanos", voltou a se referir a Bolsonaro como mentor e causador da violência e do ódio reinantes no Brasil.
Cumprindo seu papel de chefe religioso, o Papa faz apelos pela paz, como nessa postagem noTwitter:
Renovo o apelo para que cessem de instrumentalizar as religiões para incitar ao ódio, à violência, ao extremismo e ao fanatismo cego e deixem de usar o nome de Deus para justificar atos de homicídio, de exílio, de terrorismo e de opressão. #AgainstReligiousViolence
Porém, o Papa Francisco não poupa adjetivos negativos quando se refere a Bolsonaro, como quem nutre a mesma aversão que um anjo deve nutrir por um diabo.
Ele já mencionou a influência nefasta de Bolsonaro sobre seus fanáticos apoiadores e sua abominável e irresponsável incitação ao ódio e violência. Já disse, por exemplo, que o exemplo vem de cima, querendo indicar a responsabilidade direta de Bolsonaro sobre o clima de confronto no Brasil.
Praticado incessantemente por alguém que já esteve na direção de uma grande nação majoritariamente católica e que se denomina cristã, o encorajamento ao ódio e o desprezo pela democracia causam nojo ao chefe da Igreja Católica.
Corajosamente, o Papa Francisco manifesta sua opinião sobre o inelegível sempre que pode.
Veja a postagem sobre a opinião que o Papa tem sobre Bolsonaro:
Papa volta excomungar Bolsonaro: Homem horrível, não tem moral, adora a desonestidade, só pensa em roubar, age como um agente de Satanás ... ?? pic.twitter.com/Ul7suhPtdP
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