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A Abin (Agência Brasileira de Inteligência), sob a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria omitido informações cruciais ao gabinete de transição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre possíveis atos de violência durante sua posse em 1º de janeiro. Esta revelação foi feita pela coluna de Guilherme Amado, no Metrópoles.
Dentre os documentos omitidos, destaca-se o relatório “Perspectiva de ação violenta por atores extremistas no contexto da posse presidencial”, elaborado em 27 de dezembro, pouco antes do 8 de Janeiro.
Este documento alarmante indicava que os principais agentes de ameaça à posse de Lula eram movimentos que buscavam deslegitimar o Estado, além de grupos supremacistas brancos e neonazistas.
O relatório previa possíveis atos de vandalismo, ataques a opositores em Brasília, confrontos entre grupos antagônicos, invasões de prédios e espaços públicos, e até mesmo confrontos diretos contra as forças de segurança.
Mesmo diante da gravidade das informações, a Abin, que estava sob a supervisão do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e do ministro-chefe Augusto Heleno, general da reserva, optou por não compartilhar os dados com a equipe de transição de Lula.
Além disso, outros informes, como “Indivíduos envolvidos em atos de violência em Brasília/DF” e “Ameaças contra aeroportos no contexto da sucessão presidencial”, também foram omitidos, incluindo uma análise sobre uma tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília em 24 de dezembro.
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