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Numa semana significativa, onde se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, uma notícia esperançosa surge: o caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) está a um passo de ser solucionado. Marielle, uma mulher negra, LGBTQIA+ e defensora dos direitos humanos, teve sua trajetória brilhante brutalmente interrompida em 2018.
Marielle Franco, oriunda da favela da Maré no Rio de Janeiro, foi uma socióloga e uma voz ativa na política. Ela começou sua carreira política como assessora de Marcelo Freixo e, posteriormente, tornou-se uma das vereadoras mais votadas do Rio de Janeiro.
Em 14 de março de 2018, após sair de um evento na Casa das Pretas, Marielle foi assassinada nas ruas do centro do Rio. Os responsáveis pelo crime, Maxwell Simões, Edimilson Macalé, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, a atacaram a tiros.
Recentemente, uma delação premiada de Élcio de Queiroz trouxe novos detalhes sobre o crime. Essas informações renovaram as esperanças de que o caso esteja perto de sua conclusão, trazendo justiça para Marielle e sua família.
Tereza de Benguela, em cuja homenagem se celebra o dia, foi uma líder quilombola que resistiu à escravidão no Brasil colonial. Ela liderou o Quilombo Quaritetê e resistiu bravamente contra as forças coloniais portuguesas.
A memória de Tereza de Benguela e Marielle Franco serve como um lembrete da luta contínua por justiça, igualdade e direitos humanos no Brasil.
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