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Grupos neonazistas, identificados por bandeiras que simbolizam a ideologia propagada por Adolf Hitler, tentaram se aliar aos movimentos golpistas que surgiram no Brasil após as eleições de 2022. Essa revelação perturbadora foi feita por um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), conforme divulgado pelo jornal O Globo.
A Abin identificou cinco comunidades no aplicativo Telegram, totalizando 2.800 membros. Esses grupos tinham como objetivo promover "narrativas de deslegitimação" das instituições brasileiras.
O relatório, elaborado entre 25 de novembro e 1º de dezembro de 2022, foi produzido em um momento de crescente tensão social no Brasil. Durante esse período, manifestantes bolsonaristas realizaram bloqueios em estradas e ocuparam quartéis do Exército, exigindo ações contra o resultado legítimo das eleições, que consagraram a vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL).
Até o início de 2022, os grupos neonazistas haviam crescido expressivamente no Brasil, com um aumento de mais de 270% desde 2019, conforme estudo da antropóloga Adriana Dias.
Após as eleições de 2022, a Abin observou um aumento no engajamento desses grupos neonazistas. Eles focaram em levantar suspeitas infundadas de fraude eleitoral, apoiar bloqueios em estradas e disseminar panfletos com mensagens contra comunistas.
O relatório da Abin destaca a preocupante aliança entre neonazistas e bolsonaristas, reforçando a necessidade de vigilância e ação contra tais movimentos extremistas no país.
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