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O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) tomou medidas preventivas ao enviar aliados e interlocutores para dialogar com ex-assessores de seu gabinete que estão sob investigação. A estratégia visa garantir que esses ex-funcionários não forneçam declarações à mídia que possam ser prejudiciais a ele, conforme informado pela coluna do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles.
Uma fonte próxima a Carlos Bolsonaro revelou que os investigados foram alertados sobre a menção de seus nomes em reportagens e foram orientados a evitar responder a jornalistas.
A orientação dada a eles é clara: devem afirmar que as investigações estão sob sigilo, que não foram contatados pelo Ministério Público para fornecer esclarecimentos e que seus advogados só recebem atualizações sobre o caso por meio da imprensa.
Ainda de acordo com o jornalista, quatro dos assessores que estão sendo investigados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) ainda trabalham no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Além disso, outras 15 pessoas, incluindo membros da família, foram demitidas nos últimos anos.
A situação destaca a preocupação crescente de Carlos Bolsonaro em relação às investigações e à possível repercussão negativa na mídia.
A decisão de Carlos Bolsonaro de se antecipar e orientar seus ex-assessores demonstra sua tentativa de controlar a narrativa e proteger sua imagem pública.
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