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Os recentes depoimentos do tenente-coronel Mauro Cid à Polícia Federal (PF) têm causado grande preocupação entre os militares de alto escalão que fizeram parte do governo Jair Bolsonaro. Segundo informações, Cid tem colaborado ativamente com a PF, revelando detalhes cruciais sobre reuniões e diálogos que faziam parte de um suposto plano para efetivar um golpe de estado, com o objetivo de manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota nas urnas para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fontes próximas a Cid afirmam que ele não está diretamente acusando ninguém, mas tem fornecido informações detalhadas sobre os participantes dessas conversas, que incluem militares, ex-ministros e outros funcionários do governo Bolsonaro.
Cid, buscando colaborar com a justiça, tem interesse em um acordo de delação premiada. Ele tem detalhado encontros que ocorreram em locais como o Palácio da Alvorada em dezembro do ano anterior.
Entre os nomes mencionados por Cid estão os dos generais Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa.
Além das tentativas de golpe, os depoimentos de Cid também abordam outros temas, como o polêmico caso das joias sauditas, que Bolsonaro teria tentado se apropriar.
Essas revelações têm o potencial de causar grandes impactos políticos e sociais, e muitos aguardam os próximos passos da investigação.
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