1385 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
O tenente-coronel Mauro Cid, que já atuou como ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, reconheceu em uma troca de mensagens com o ex-secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, que as joias sauditas, que deveriam integrar o patrimônio do Estado brasileiro, são de "interesse público".
A conversa ocorreu em 5 de março, dias após a imprensa divulgar a entrada ilegal de um colar de diamantes e a existência de um segundo conjunto de joias, o Rose Gold. Cid mostrou-se preocupado com as revelações, discutindo a legislação sobre o acervo presidencial e o tratamento de presentes.
Durante o diálogo, Cid expressou nervosismo com a situação, especialmente após Wajngarten compartilhar uma reportagem sobre o recibo do kit Rose Gold, que entrou no Brasil sem declaração em outubro de 2021.
Em um ponto da conversa, Cid mencionou a Lei 8.394, de 1991, que destaca o direito de preferência da União em caso de venda desses itens. No entanto, ele não mencionou que o relógio tinha sido levado por Bolsonaro aos EUA em dezembro de 2022, nem que o kit estava à venda em Nova York.
Wajngarten questionou Cid sobre o paradeiro do relógio, ao que Cid respondeu que estaria no "acervo do Pr", referindo-se ao acervo presidencial de Bolsonaro.
*Com informações do UOL*
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