2196 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
Rostos capturados por câmeras de monitoramento, mensagens de áudio, vestígios biológicos e impressões digitais são apenas algumas das evidências analisadas pela Polícia Federal desde o dia 8 de janeiro. Carlos Eduardo Palhares, diretor do Instituto Nacional de Criminalística (INC), mencionou em entrevista que os materiais continuam chegando e não há prazo definido para o fim das investigações.
Nos palácios dos Três Poderes, invadidos, os sistemas de monitoramento identificaram mais de dois milhões de rostos nos vídeos, referindo-se a mais de duas mil pessoas investigadas que participaram dos ataques.
O diretor do INC destacou a complexidade dos trabalhos de perícia, especialmente na busca por elementos audiovisuais. Ele também mencionou sua participação no InterForensics, o maior evento de ciências forenses da América Latina.
A perícia envolveu quase duas mil horas de gravação e a análise de mais de 800 telefones celulares apreendidos. Além disso, os peritos estão avaliando o valor do dano causado às obras de arte e patrimônio cultural.
Palhares ressaltou que esta foi a operação com a maior mobilização de setores da perícia em um curto período.
*Com informações da Agência Brasil*
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