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A saída de Augusto Aras como Procurador-Geral da República (PGR) em 26 de setembro tem causado expectativa e tensão entre os apoiadores de Jair Bolsonaro. Eles estão preocupados com as consequências dessa mudança, especialmente em relação às investigações que se aproximam do ex-presidente.
Durante a gestão de Aras, a PGR mostrou-se favorável aos interesses de Bolsonaro. No entanto, sinais indicam que Aras não será reconduzido, levando os bolsonaristas a temer a perda dessa proteção.
Aliados de Bolsonaro acreditam que um novo PGR, possivelmente indicado por Lula, poderia acelerar as investigações, diminuindo o capital político de Bolsonaro e aumentando o risco de prisão.
O ministro Alexandre de Moraes, relator de várias investigações contra Bolsonaro, apoia Paulo Gonet para liderar a PGR. Gonet já se posicionou contra Bolsonaro em julgamentos anteriores.
A gestão de Aras argumentou que certas investigações contra Bolsonaro deveriam ser transferidas para a primeira instância. No entanto, se Gonet for escolhido, essa posição pode ser reconsiderada.
Outra investigação em foco é sobre a suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, iniciada após declarações de Sergio Moro. A mudança na PGR pode influenciar o rumo dessa investigação.
*Com informações do Brasil 247
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