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O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, que outrora desfrutava de grande influência durante o governo Bolsonaro, enfrenta agora um revés significativo. Preso preventivamente por supostas tentativas de interferir nas eleições de 2022, Silvinei viu sua estratégia de buscar reparação por danos morais na Justiça de Santa Catarina contra críticos e desafetos ser completamente aniquilada.
Juízes de diversos municípios catarinenses decidiram extinguir as ações movidas por ele, alegando que presos não podem ser parte em processos nos Juizados Especiais Cíveis. Silvinei, em sua tentativa de silenciar vozes contrárias, moveu mais de 180 ações, incluindo contra figuras proeminentes como a presidente do PT, Gleisi Hoffman, e outros parlamentares de destaque.
O ex-chefe da PRF, que antes era visto como um grande aliado de Bolsonaro, também processou veículos de comunicação e outras personalidades. No entanto, com sua prisão, audiências de conciliação foram canceladas, e sua estratégia judicial começou a desmoronar.
Os Juizados Especiais Cíveis, destinados a processar casos menos complexos, limitam as ações a um valor de 40 salários mínimos. Muitas das ações de Silvinei buscavam o valor máximo permitido. Após a extinção de seus processos, foi concedido um prazo para que sua defesa se manifestasse, mas em muitos casos, esse prazo já expirou.
O advogado de Silvinei, Eduardo Pedro Simão, foi procurado para comentar sobre o assunto, mas até o momento não se manifestou.
*Com informações do UOL Notícias
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