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O conhecido jornalista Reinaldo Azevedo, em sintonia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levantou uma bandeira contra a superexposição dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Azevedo critica a reação exagerada e, em sua visão, irresponsável, de algumas vozes que tentam equiparar a defesa do voto sigiloso de Lula a ataques à democracia.
A superexposição e a Constituição
Em seu blog, Azevedo questiona: "Será mesmo que a Constituição impõe a publicidade?". Ele se opõe à transmissão das sessões do STF, especialmente na era da internet, argumentando que a medida do sucesso dessas práticas é a audiência, o que pode levar a decisões populistas e não necessariamente justas.
A pressão e a justiça
O jornalista ressalta que, muitas vezes, o tribunal precisa tomar decisões que não são populares. Quando os magistrados cedem à pressão popular, a justiça é a verdadeira perdedora.
A posição da Corte
Azevedo defende que o público deve conhecer apenas a posição final da corte, sem expor os votos individuais dos ministros. Ele cita exemplos de países como Reino Unido, França, Austrália e Holanda, onde essa prática é comum.
Lula e a prática internacional
Reforçando a posição de Lula, Azevedo destaca que, mesmo nos EUA, o público conhece a tese geral do tribunal, mas não os detalhes individuais dos votos. Ele critica a superexposição, chamando-a de "Big Brother das togas".
Conclusão
A defesa do sigilo nos votos individuais dos ministros do STF é uma questão que transcende fronteiras e é praticada em várias democracias maduras. A posição de Lula e Azevedo reforça a necessidade de proteger a integridade do judiciário.
Com informações de Brasil 247
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