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Nesta quarta-feira (6/9), A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Parada Obrigatória, visando desvendar os financiadores de movimentos que, após as eleições presidenciais de 2022, bloquearam rodovias federais, causando transtornos à população.
As ações da PF se concentraram em cumprir 10 mandados de busca e apreensão, autorizados pela 5ª Vara Federal Criminal de Mato Grosso, nos municípios de Pontes e Lacerda (MT) e Campo Grande (MS). Estes bloqueios, claramente antidemocráticos, ocorreram no contexto pós-eleitoral, onde manifestantes, em sua maioria apoiadores de Bolsonaro, agrediram e ameaçaram motoristas que tentavam passar pelos pontos de bloqueio.
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com a vitória democrática de Luiz Inácio Lula da Silva, iniciaram protestos, incendiando pneus e causando caos nas rodovias, especialmente na BR-040, perto de Luziânia e Cristalina.
Os líderes, financiadores e participantes desses atos antidemocráticos podem ser responsabilizados por uma série de crimes, incluindo incitação ao crime, associação criminosa e abolição violenta do Estado Democrático. As penas para esses crimes podem ultrapassar 13 anos de prisão.
Os materiais apreendidos pela PF serão analisados e periciados, com o objetivo de identificar e reunir elementos que permitam a responsabilização de todos os envolvidos nesses atos que atentam contra a democracia.
Com informações de Metrópoles
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