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Em uma decisão impactante, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, apontou o que chamou de "erro histórico" na prisão do ex-presidente Lula, atribuindo-a a um "projeto de poder de determinados agentes públicos". Toffoli foi enfático ao afirmar que a Lava Jato foi responsável por chocar o "ovo da serpente", que culminou na ascensão ao poder de Jair Bolsonaro em 2018.
O ministro expressou que a Lava Jato, sob a liderança de agentes como Sergio Moro, agiu de forma a atacar a democracia e as instituições brasileiras. Ele descreveu as ações desses agentes como ataques premeditados contra instituições, autoridades, empresas e alvos específicos.
Toffoli também criticou os métodos utilizados pela Lava Jato para obter provas, referindo-se a eles como "pau de arara do século XXI" e "verdadeira tortura psicológica". Ele anulou todas as provas obtidas por meio de acordo de leniência com a Odebrecht.
O ministro ressaltou que, embora os objetivos da Lava Jato parecessem corretos, os agentes envolvidos desrespeitaram o devido processo legal, subverteram provas e agiram com parcialidade. Ele concluiu que esses agentes não distinguiram entre inocentes e criminosos, usando táticas de tortura psicológica para obter provas contra pessoas inocentes.
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Com informações de Revista Fórum
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