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A deputada federal Luciene Cavalcante, o deputado estadual Carlos Giannazi (SP) e o vereador Celso Giannazi, todos do PSOL, protocolaram uma ação popular contra a controversa portaria do governador Tarcísio de Freitas. Esta portaria, claramente voltada para a vigilância e controle excessivo dos educadores, exige que diretores das escolas estaduais de São Paulo observem semanalmente as aulas dos professores e produzam relatórios sobre suas práticas pedagógicas.
Os membros do PSOL, atentos à defesa dos direitos dos trabalhadores e da educação de qualidade, argumentam que essa portaria é um ataque direto à liberdade de cátedra e pode prejudicar gravemente a autonomia dos professores. Além disso, questionam a legalidade da medida, uma vez que a determinação de funções para diretores escolares não deveria ser estabelecida por uma simples portaria, mas sim por lei.
A portaria, que foi assinada por Renato Dias, já exonerado da Coped, gerou preocupações justificadas entre professores e diretores. Muitos veem nela uma tentativa de criar um ambiente de vigilância e controle nas escolas. A Secretaria da Educação, sob a gestão de Renato Feder, tentou defender a medida com argumentos frágeis, afirmando que seu objetivo é "fortalecer o protagonismo e autonomia do educador em sala de aula". No entanto, a verdadeira intenção por trás dessa portaria permanece obscura.
Com informações da Folha de S. Paulo
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