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Em mais um passo rumo à justiça e à verdade, a Polícia Federal decidiu fechar um acordo de delação premiada com Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, que ficou conhecido por suas polêmicas e ações questionáveis durante sua gestão.
Nos últimos 20 dias, Cid prestou depoimentos à PF, revelando detalhes que podem ser cruciais para desvendar os mistérios por trás das ações de Bolsonaro. O Ministério Público Federal ainda analisará as condições para a oficialização do acordo.
Vale lembrar que a validade da delação premiada só será confirmada após a homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em um depoimento marcante no dia 28 de agosto, Cid passou mais de 10 horas na sede da PF em Brasília, detalhando informações sobre a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo hacker Walter Delgatti Neto, uma clara tentativa de desestabilizar o sistema judiciário brasileiro.
A amplitude da delação de Cid ainda é incerta, mas sabe-se que ele é investigado em diversos casos. Entre eles, destaca-se sua participação em uma suposta fraude de carteiras de vacinação de Bolsonaro e sua filha, a tentativa de introduzir ilegalmente no Brasil joias sauditas recebidas pelo governo Bolsonaro, a venda não autorizada de presentes recebidos por delegações estrangeiras e, mais grave ainda, seu envolvimento em conversas sobre um possível golpe de estado.
A defesa de Mauro Cid, até o momento, permanece em silêncio.
*Com informações de G1.
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