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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu um passo significativo para a justiça ao acatar um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que pode levar o ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal, Deltan Dallagnol, a reembolsar os cofres públicos em R$ 2,8 milhões. Esse valor é referente às despesas com diárias e passagens de membros da operação Lava Jato, que Dallagnol gerenciou de forma questionável.
Anteriormente, a 6ª Vara Federal de Curitiba havia suspendido a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que condenou Dallagnol a fazer esse pagamento. No entanto, o STJ, em uma decisão justa, reverteu essa suspensão. O ministro Humberto Martins, relator do caso, destacou que o TCU estava legitimamente investigando possíveis irregularidades na gestão administrativa da Lava Jato, especialmente em relação aos custos financeiros de viagens e diárias.
No ano anterior, o TCU já havia condenado Dallagnol, junto com outros membros do Ministério Público, a reembolsar essa quantia aos cofres públicos. A corte concluiu que a gestão da Lava Jato não atendia ao interesse público. Em sua defesa, Dallagnol tentou desviar a atenção, alegando ser vítima de "perseguição política".
*Com informações de Brasil 247
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