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Augusto Aras, líder da Procuradoria-Geral da República (PGR), tenta impedir uma delação que promete estremecer Bolsonaro. Mauro Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro, indica que pretende confessar crimes e implicar diversos envolvidos, inclusive o próprio ex-presidente.
Na última semana, Cid e seu advogado se dirigiram ao Supremo Tribunal Federal (STF) sinalizando a intenção de estabelecer uma delação premiada com a Polícia Federal. A PGR, historicamente, se opõe a acordos feitos por delegados de polícia, defendendo que tal responsabilidade cabe exclusivamente ao Ministério Público Federal (MPF).
Mas, essa tentativa de barrar a delação pode ser em vão. A decisão final de homologação do acordo está nas mãos do STF. Em decisões anteriores, o tribunal já decidiu que a Polícia Federal pode, sim, celebrar acordos de colaboração premiada.
Mudanças recentes no quadro de ministros do STF podem influenciar o desfecho deste caso, uma vez que três dos ministros que apoiaram a decisão anterior já se aposentaram. Nos corredores da PGR, há especulações sobre uma possível revisão dessa interpretação.
*Com informações de O Globo*
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