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Arquivos encontrados no celular do tenente-coronel Mauro Cid lançam luz sobre possíveis negociações de joias e relógios apresentados a Jair Bolsonaro durante uma viagem oficial aos Estados Unidos. Esses itens, dados de autoridades estrangeiras, deveriam ser incorporados ao patrimônio da União.
A investigação da Polícia Federal (PF) foi reforçada por um contato telefônico armazenado no dispositivo de Cid, associado ao Mark Miami Diamond Club, uma joalheria renomada em Miami. O registro foi feito em 14 de junho de 2022, período em que Cid acompanhava Bolsonaro na Cúpula das Américas, em Los Angeles.
Enquanto Bolsonaro retornava ao Brasil após o evento, Cid encontrou nos EUA. Durante sua estadia, ele visitou diversas joalherias, tentando vender os luxuosos presentes recebidos pelo ex-presidente. Em uma ocasião, ele teria vendido dois relógios de alto valor por mais de R$ 300 mil.
Além das negociações, o telefone de Cid continha imagens de itens valiosos embalados e outros presentes recebidos pela Presidência em viagens oficiais. Alguns desses itens, avaliados em cerca de R$ 75,6 mil, foram solicitados de volta pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU).
*Com informações do jornal O Globo*
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