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O procurador-geral da República, Augusto Aras, reforçou a posição da PGR contra a acessibilidade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, mesmo após a homologação pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A PGR sustenta que possui exclusividade em firmar acordos de delação, desafiando a autonomia da Polícia Federal em negociar tais acordos.
Em nota divulgada, Aras defendeu seu posicionamento baseado na Constituição, fazendo referência a casos como ’mensalão’ e ’lava jato’. Ele também dirigiu críticas à jornalista Malu Gaspar, de O Globo, acusando-a de desinformar o público e associando sua postura ao ’lavajatismo’ na imprensa.
Aras destacou: "A Procuradoria-Geral da República não é de Augusto Aras. É da República Federativa do Brasil e é pautada pela Constituição." Ele também informou que a PGR não aceitou delações conduzidas pela Polícia Federal, citando exemplos de Antonio Palocci e Sérgio Cabral.
A nota conclui criticando a imprensa que, segundo Aras, divulga informações de processos sigilosos, perpetuando a Operação Lava Jato. Ele reforça que a repórter Malu Gaspar está ciente disso e a acusa de desinformar em sua coluna.
— Augusto Aras (@AugustoAras) September 9, 2023