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A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Perfídia com o intuito de investigar supostas irregularidades relacionadas à intervenção federal no Rio de Janeiro em 2018, que movimentou R$ 1,2 bilhão. O general Walter Souza Braga Netto, que foi designado como interventor na época, está sob investigação e teve seu sigilo telefônico quebrado por determinação judicial.
A operação da PF foca em suspeitas de crimes como contratação irregular, dispensa ilegal de licitação, corrupção e formação de organização criminosa. Estes crimes estariam ligados à contratação da empresa americana CTU Security LLC para a aquisição de 9.360 coletes balísticos por um valor exorbitante.
A investigação teve início após uma cooperação internacional com a Agência de Investigações de Segurança Interna dos EUA, que identificou que a empresa estrangeira e o Governo Brasileiro celebraram um contrato com sobrepreço em coletes balísticos. As autoridades americanas descobriram a irregularidade durante uma investigação sobre o assassinato do presidente haitiano Jovenel Moises em 2021.
Além disso, a Operação Perfídia também investiga a possível formação de cartel por duas empresas brasileiras no mercado de proteção balística. Estas empresas, que já possuem milhões em contratos públicos, são suspeitas de conluio e manipulação de preços no mercado brasileiro.
*Com informações da Revista Fórum.
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