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A Polícia Federal (PF) deu início à Operação Perfídia, focada em investigar possíveis irregularidades na utilização de R$ 1,2 bilhão destinados à intervenção federal no Rio de Janeiro. O general Walter Souza Braga Netto, que atuou como interventor, está no centro das investigações e teve seu sigilo telefônico quebrado.
O cerne da investigação é a aquisição de 9.360 coletes balísticos em 2018, pelo Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro, de uma empresa americana chamada CTU Security LLC. Esta compra foi realizada com um suposto sobrepreço e sem a devida licitação.
A CTU Security LLC, localizada na Flórida, é presidida por Antonio Emmanuel Intriago Valera, também conhecido como Tony Intriago. Ele é suspeito de envolvimento no assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, ocorrido em julho de 2021.
Informações indicam que Intriago teria contratado ex-soldados colombianos para executar o assassinato do presidente haitiano. Além disso, Braga Netto, embora não tenha atuado no Haiti, possui conexões com militares dos EUA, tendo sido adido militar na Embaixada do Brasil nos Estados Unidos entre 2011 e 2013.
A investigação também destaca que durante a intervenção no Rio de Janeiro, várias empresas privadas de segurança assinaram contratos sem licitação com o governo brasileiro, totalizando cerca de R$ 140 milhões. Estes contratos foram destinados exclusivamente à intervenção no estado do Rio.
*Com informações do Brasil247*
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