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O Ministério Público Federal (MPF) no Pará está tomando medidas legais contra a senadora Damares Alves e a União devido a declarações infundadas feitas pela ex-ministra em um culto evangélico. Damares fez alegações chocantes sobre abuso sexual infantil no Arquipélago do Marajó.
Em resposta, o MPF iniciou uma ação civil pública, pedindo uma indenização de R$ 5 milhões para a população de Marajó. A ação, assinada por 19 procuradores da República, visa compensar os danos causados à imagem da região devido à propagação dessas informações falsas.
Durante o culto, Damares alegou que crianças em Marajó tinham seus dentes arrancados para evitar mordidas durante atos sexuais e eram vítimas de tráfico para exploração sexual. No entanto, após investigação, o MPF concluiu que essas alegações eram "falsas e sensacionalistas".
Se condenados, a indenização será dividida igualmente entre a União e Damares Alves. O montante será destinado a projetos sociais em Marajó, uma área notória por seus altos níveis de pobreza.
O MPF também ressaltou que as declarações de Damares foram feitas no contexto da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro e serviram como justificativa para o lançamento do programa "Abrace o Marajó" durante seu mandato como ministra. Posteriormente, Damares admitiu que não tinha evidências para sustentar suas alegações.
*Com informações do UOL*
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