1879 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
A recente decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou inválidas as provas obtidas das delações da Odebrecht e destacou a prisão de Lula como uma armação judicial, gerou controvérsias. O ex-juiz Sergio Moro acusou o Ministério da Justiça de fornecer informações incorretas ao STF.
Moro, em sua publicação no X (antigo Twitter), afirmou: "O Ministério da Justiça de Flavio Dino forneceu informações erradas ao STF sobre a cooperação da Lava Jato com a Suíça no caso Odebrecht...". Ele sugeriu que tal ato beneficiou Lula e prejudicou várias investigações.
No entanto, Flávio Dino, ministro da Justiça, rapidamente refutou as alegações de Moro. Ele esclareceu que não houve cooperação formal entre as autoridades brasileiras e suíças nas investigações da Odebrecht. Dino também desafiou Moro a explicar suas ações judiciais de 2016 e 2017, período em que foi declarado suspeito e incompetente pelo STF.
Em uma resposta direta a Moro, Dino tuitou: "Quem deve explicações sobre atos judiciais de 2016 e 2017 é o ex-juiz...". Ele enfatizou que as informações ao STF não passam pelo gabinete do Ministro da Justiça e estão todas expostas ao ministro relator no STF.
Quem deve explicações sobre atos judiciais de 2016 e 2017 é o ex-juiz, declarado suspeito e incompetente pelo STF. Sobre informações prestadas ao STF, o citado senhor devia lembrar que isso sequer tramita pelo gabinete do Ministro da Justiça. Tudo encontra-se devidamente exposto…
— Flávio Dino ???? (@FlavioDino) September 13, 2023