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A Câmara Municipal de São Paulo está em meio a uma controvérsia envolvendo o vereador Camilo Cristófaro (Avante). Aliados do governo na Câmara estão tentando persuadir Cristófaro a renunciar até a próxima terça-feira (19), quando está prevista a votação de sua cassação.
O motivo é um processo de quebra de decoro parlamentar por racismo, iniciado após o vereador afirmar, em uma sessão virtual em maio de 2022, que não lavar a calçada era “coisa de preto”.
Camilo Cristófaro foi enfático ao dizer que não tem intenções de renunciar. Ele declarou: “Renunciar é fugir. Fugir do quê? Decoro parlamentar do quê? Se o crime não existe”, reforçando sua posição diante das acusações.
O caso tem gerado repercussão e debates acalorados sobre racismo e a responsabilidade dos representantes eleitos em suas declarações públicas.
*Com informações do Metrópoles*
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