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O tenente-coronel Mauro Cid, em sua aguardada delação premiada, promete revelar as ligações sombrias do ex-presidente Jair Bolsonaro com veículos de imprensa que, de forma vergonhosa, apoiavam sua agenda antidemocrática. Dentre esses veículos, destaca-se a Jovem Pan, que contava com vários defensores fervorosos do ex-presidente. Cid detalhará como Bolsonaro manipulava a mídia, agendando entrevistas com a emissora e mantendo contato direto com seus comentaristas e repórteres, numa clara tentativa de moldar a narrativa a seu favor.
A relação entre Bolsonaro e seu ex-ajudante de ordens está sob intenso escrutínio. Além das conexões midiáticas, os investigadores estão ansiosos para desvendar mais sobre as acusações de fraudes em cartões de vacina e a suposta tentativa de venda ilegal de itens de luxo no exterior.
A situação se torna ainda mais grave com a descoberta de uma minuta para um golpe de Estado no celular de Mauro Cid. Este documento sugeria a implementação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e mencionava um "estado de sítio", tudo dentro de uma interpretação distorcida da Constituição. O fato de tal documento estar nas mãos de um colaborador direto de Bolsonaro é um alerta vermelho para a democracia brasileira.
Com informações de Brasil 247.
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