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A delação do tenente-coronel Mauro Cid, que já esteve próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, trouxe à tona revelações alarmantes sobre as engrenagens que operavam nos bastidores do governo Bolsonaro. Cid apontou Filipe Martins, ex-assessor especial de Bolsonaro para assuntos internacionais, como um dos principais articuladores das estratégias de comunicação, muitas delas baseadas em notícias falsas.
Martins, já conhecido por suas polêmicas, foi identificado na CPI da Covid como um dos principais disseminadores de fake news. A atuação deste "gabinete do ódio", como ficou conhecido, era voltada para a propagação de desinformação e ataques a opositores e instituições democráticas. Martins, além de ser uma figura central nesse esquema, também era um conselheiro ideológico ligado à extrema direita durante a gestão Bolsonaro.
Em 2021, Martins causou indignação ao fazer um gesto considerado racista durante uma sessão do Senado. Mesmo diante da repercussão negativa, Bolsonaro optou por mantê-lo em seu cargo. No entanto, sua trajetória no governo chegou ao fim em janeiro deste ano, com sua exoneração pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Apesar de todas as controvérsias, Martins foi absolvido pela Justiça Federal em relação ao gesto racista. No entanto, a Comissão de Ética da Presidência decidiu puni-lo, aplicando uma censura ética.
Com informações de Brasil 247.
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