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O almirante Almir Garnier Santos, que anteriormente ocupou o cargo de Comandante da Marinha do Brasil, tem sido objeto de controvérsias. Nomeado Comandante da Marinha em abril de 2021, após servir como Secretário-Geral do Ministério da Defesa, Garnier Santos chamou a atenção ao não comparecer à cerimônia de passagem de comando no início do governo Lula.
Recentemente, um trecho da delação do tenente coronel Mauro Cid revelou que Garnier Santos teria sido o único comandante das Forças Armadas a apoiar uma tentativa de golpe de Estado proposta por Jair Bolsonaro. O almirante teria até mesmo disponibilizado tropas de marinheiros para o ex-presidente.
Além dessas alegações, Garnier Santos também é acusado de favorecimento pessoal. Sua esposa, Selma Foligne Crespio de Pinho, foi contratada pelo governo Bolsonaro na Secretaria-Geral da Presidência após sua aposentadoria da Marinha. Seu filho, Almir Garnier Santos Junior, também foi contratado pela Emgepron durante o governo Bolsonaro.
Outras controvérsias envolvem o uso de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para uma viagem à Toscana, Itália, com a esposa e convidados, e a condecoração de figuras midiáticas alinhadas ao bolsonarismo.
*Com informações da Revista Fórum
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