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Em mais um episódio que evidencia a falta de transparência e ética do governo anterior, um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em parceria com a Receita Federal, vazado à imprensa, revela que militares próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro movimentaram a impressionante quantia de R$ 26 milhões entre 2020 e 2022. Estes valores são absolutamente incompatíveis com os salários destes servidores.
Dentre os nomes citados, destaca-se o tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, que, apesar de um salário mensal de R$ 17 mil, movimentou R$ 13,5 milhões no período. Seu pai, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid, com uma aposentadoria de R$ 27 mil, realizou transferências que somam R$ 4 milhões. Outro caso que causa espanto é o do sargento Luis Marcos dos Reis, que, com um salário de R$ 7 mil, conseguiu movimentar R$ 5 milhões em dois anos.
Estes militares estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em um esquema de venda de joias desviadas da Presidência da República. As joias eram vendidas nos EUA e os valores revertidos para o ex-presidente Bolsonaro.
Quanto aos R$ 3,5 milhões restantes, os nomes dos militares envolvidos não foram divulgados à imprensa, mas estão sob análise da CPMI em andamento no Congresso Nacional.
*Com informações da Revista Fórum
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