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No final de 2022, o general Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, decidiu não obrigações com a retirada dos manifestantes bolsonaristas acampados em Brasília. Estes manifestantes defenderam uma intervenção militar para barrar o pelotão de Lula.
Freire Gomes teria chamado o general Gustavo Henrique Dutra de Menezes de “irresponsável” e “maluco” por sua ordem de retirada dos manifestantes. Segundo relatos, o general temia uma possível ocorrência adversária de Bolsonaro caso houvesse tumulto antes da posse de Lula.
No dia da troca de comando do Exército, Bolsonaro se ausentou da cerimônia de abertura e, horas depois, partiu para os EUA. A Polícia Federal agora investiga os eventos que levaram ao ataque às sedes dos Três Poderes em janeiro.
Enquanto o general Dutra pressionava pela desmobilização do acampamento desde novembro, Freire Gomes resistia, preocupado com o acontecimento de Bolsonaro. Após tentativa de golpe, mais de mil pessoas foram detidas no local.
Em uma reunião com Bolsonaro, o ex-comandante do Exército foi consultado sobre um possível golpe de Estado. Embora tenha rejeitado a ideia, Freire Gomes não informou as autoridades sobre a conversa, temendo represálias do então presidente.
*Com informações do jornal O Estado de São Paulo*
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