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O deputado Arthur Maia, presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas, colocou uma condição para a convocação dos militares referenciais na delação do tenente-coronel Mauro Cid: a base governista deve concordar em convocar o coronel Sandro Augusto Queiroz, ex-comandante da Força Nacional.
Maia ressaltou que, sem concordância para convocar o coronel Sandro, não colocará mais nada na votação na CPMI. Ele defende a necessidade de ouvir ambas as partes envolvidas.
A delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, trouxe à tona reuniões que discutiram a possibilidade de um golpe de Estado para impedir um pelotão de Lula. Segundo Cid, o ex-comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, teria sinalizado apoio à proposta golpista em uma dessas reuniões.
A base governamental manifestou interesse em convocar Garnier após as revelações de Cid. O foco da CPMI é investigar os atos golpistas e as tentativas de subversão da ordem democrática.
*Com informações da CNN Brasil*
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