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O ex-comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, está sob escrutínio de militares de alta patente após alegações de que ele apoiou um golpe de Estado para impedir a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação foi revelada pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, em sua delação premiada à Polícia Federal.
De acordo com fontes militares, se as denúncias forem confirmadas, Garnier pode ser encaminhado ao Conselho de Justificação, um órgão ligado à Justiça Militar. Este conselho é responsável por determinar se um militar é considerado indigno para o oficialato.
Dependendo da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso, o encaminhamento ao conselho pode ser feito pelo comandante da Força ou pela Procuradoria-Geral Militar.
Garnier pode enfrentar várias acusações, incluindo missão de lealdade militar, incitação e apologia de fato criminoso. A acusação mais grave, omissão à lealdade militar, pode resultar em até cinco anos de reclusão. Se for considerado indigno pelo conselho, o almirante perderá seu posto e patente.
As discussões contra Garnier divulgaram relatos de que ele teria apoiado um plano golpista durante uma reunião com o então presidente Jair Bolsonaro e outros líderes das Forças Armadas.
*Com informações do G1*
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