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Durante uma cerimônia do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, fez uma declaração impactante sobre o papel do procurador-geral da República, Augusto Aras, na manutenção da democracia brasileira. Toffoli afirmou que o Brasil esteve à beira de uma ruptura democrática e que, se não fosse pela "força do silêncio" de Aras, o país poderia não estar em um estado democrático atualmente. "Não fosse a responsabilidade, a paciência, a discrição e a força de seu silêncio, Augusto Aras, talvez nós não estivéssemos aqui. Nós não teríamos talvez democracia", declarou Toffoli.
O ministro também fez uma comparação entre a liderança de Aras na Procuradoria-Geral da República (PGR) e uma parábola bíblica sobre a graça divina. Ele destacou que a "graça" no Brasil foi ter Aras à frente do Ministério Público durante quatro anos, ressaltando a responsabilidade do procurador-geral em tempos turbulentos.
Toffoli ainda abordou o papel do Ministério Público, enfatizando que a instituição deve se comprometer com direitos e não com "abusos, ódios, intolerância e destruição de instituições". Ele elogiou o Ministério Público que defende as instituições e a democracia, em vez de destruí-las ou usá-las para interesses pessoais.
Na mesma cerimônia, Aras concedeu medalhas da Ordem Nacional do Mérito do Ministério Público a várias autoridades, incluindo o próprio Toffoli, o ministro do STF Luiz Fux e o secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Gustavo Rocha.
*Com informações da Revista Fórum
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